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Duas numa plateia de um grande evento – o MediaOn 2010

http://www.mediaon.com.br/

Duas pessoas. Duas mulheres. Estudantes. Alunas de jornalismo. Uma do primeiro semestre, outra do terceiro. Juntas num espaço comum. Ambas visitaram o MediaOn  2010.

Um espaço que fez, mais uma vez, do jornalismo online tema de encontro internacional realizado pelo Itaú Cultural e Terra, com apoio da CNN  e da BBC Brasil – os quais são responsáveis pelo prestigio e elogios organizacionais.

Esta, a 4º edição, debate os novos caminhos do jornalismo com profissionais das principais mídias eletrônicas e impressas e especialistas do exterior, e procura responder o que a audiência quer consumir e de que modo. Como gigantes da mídia mantém o espírito de inovação em suas redações tradicionalmente originárias da velha mídia? Como as interfaces dos “gadgets” afetam a produção e o consumo de notícias?

A aluna do primeiro semestre motivou-se pelo fato do evento ser internacional, além de admirar e querer ver, de perto, os palestrantes. “Muitos profissionais bacanas`, como o Pablo Mancini e o Alberto Cairo. Além, claro, da presença do Heródoto Barbeiro”, nos conta.

Já a do terceiro se motivou pelo interesse pela área. “O evento foi além das minhas expectativas, conseguiu mostrar o quanto o jornalismo tem espaço no universo on-line”.

Ambas se assustaram pela fila e pedem um espaço maior, mas se apaixonaram pelo evento e querem o próximo o quanto antes.  “Aguardo ansiosamente pelo próximo evento, ainda me vejo como participante, mas quem sabe um dia como palestrante”, nos relata a futura jornalista do terceiro.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Por Gabriel Monteiro

Uma nova opção de entretenimento aos “Mackenzistas”

 

O projeto é uma iniciativa de alunos do curso de Jornalismo da Universidade Presbiteriana Mackenzie, apoiados pelo DACAM – Diretório Acadêmico de Comunicação e Artes do Mackenzie e apadrinhados por professores como Sérgio Rizzo, Denise Paiero e outros.

Levar e oferecer um conhecimento maior na área cinematográfica e de produção de filmes brasileiros a comunidade Mackenzie é um dos grandes objetivos do programa. Este também,  proporciona aos seus espectadores uma oportunidade única de conversar com  os diretores, produtores, artistas e envolvidos no filme projetado. A mackenzista da pós-graduação de direito, Ana Cristina Satler se surpreende com a iniciativa e nos diz nunca ter visto em seus anos de graduação algo assim, “o filme foi riquíssimo, mas a conversa final tem sempre sido a melhor”, relata após sessão.

Mesa de debate do filme "Loki", com (da esquerda para a direita): Profº André Arruda, músico Zé Brasil, produtor André Saddy e o artista plástico António Petcov

Os filmes que marcaram presença no REVER compõem a mostra “Documentário Musical” e são: “Loki – Arnaldo Batista” – documentário musical que conta a história do ex-mutante; “Uma noite em 67″ –  filme com um pouco da história do III Festival da Música Popular Brasileira promovido pela Tv Record em 1967, edição que revelou composições que mudaram os rumos da cultura nacional.

“As sessões foram interessantíssimas e o REVER deve continuar nos beneficiando com a riqueza do mundo nos longas” comenta Paula Ruotolo, aluna de Jornalismo do Mackenzie. As próximas sessões, trazem obras valiosas e inéditas no mundo do cinema nacional, garantindo possível visão crítica sobre a sétima arte.

Além de divulgarmos o projeto que está a crescer cada dia mais, nossa equipe o apoia e o recomenda. Lembramos ainda,  que  qualquer informação pode ser adquirida pelo espaço virtual do Cine Clube: http://cinerever.wordpress.com/

 

Por Gabriel Monteiro

Um Grande Centro de Cultura

A inauguração de uma das avenidas mais conhecidas da cidade de São Paulo, Avenida Paulista, ocorreu no dia 8 de dezembro de 1891. Ela foi criada com uma iniciativa do engenheiro Joaquim Eugênio de Lima, com o objetivo de expandir novas áreas residenciais. Hoje a vemos como um grande ponto turístico, um dos principais centros financeiros de São Paulo, sede de bancos, empresas, hotéis e hospitais.

A grande Avenida inicia na Praça Oswaldo Cruz, número 164 e termina na Rua Minas Gerais, número 246, e está ligada a outras importantes avenidas como a 23 de Maio e a rua da Consolação. Quando falamos dessa famosa Avenida, lembramos também da corrida de São Silvestre que acontece todo ano no dia 31 de dezembro e tem a largada frente ao prédio da Gazeta e festas de réveillon que tradicionalmente são comemoradas também na Avenida Paulista, mas além disso podemos a ver como um grande centro de cultura, contando com o Museu de Arte de São Paulo, MASP.

O MASP foi fundado em 1947 por Assis Chateaubriand e Pietro Maria Bardi, e projetado por Lina Bo Bardi no ano de 1968. Foi o primeiro museu do país que recebeu tendências artísticas surgidas após a Segunda Guerra Mundial e possui a mais importante e abrangente coleção de arte ocidental da América Latina, além de abrigar uma das maiores bibliotecas especializadas em arte do país.


O MASP está localizado no número 1578 da Avenida Paulista, próximo à estação de metrô Trianon-MASP. Terças-feiras a entrada é
gratuita, nos demais dias o ingresso custa R$15,00 (valor inteiro) e R$ 7,00 (estudantes com identificação da instituição), menores de 10 e maiores de 60 anos não pagam. Os horários são: Terças, quartas, sextas, sábados, domingos e feriados, das 11h às 18h (bilheteria aberta até às 17h). Quintas-feiras, das 11h às 20h (bilheteria até às 19h). Para mais informações: (11) 3251-5644 ou no site http://masp.art.br/masp2010/ .



“1ª Mostra 3M de arte digital”

A arte é essencial para evoluirmos e ajuda no nosso desenvolvimento, Por isso a empresa 3M que é considerada uma das empresas mais inovadoras do mundo esta patrocinando a ‘’1ª Mostra 3M de arte digital’’.
Logo na entrada temos uma anfitriã, que esta sendo projetada a partir de um retroprojetor numa tela feita de uma película para projeção em formato de uma pessoa, fabricada pela empresa 3M. Mais adiante temos outra novidade: ao ativar o bluetooth do seu celular você recebera imagens das obras no seu celular, continuando a andar pela exposição na primeira sala tem obras de revelações dessa arte, um dessas revelações é Lucas Freitas Lobo de apenas 19 anos e que esta cursando o terceiro semestre de design.

Obra de Lucas Freitas Lobo

Na segunda sala já temos obras de três artistas: Raul Teodoro, que é designer de interfaces e trabalha como diretor de arte e criação em plataformas digitais pela fiat group;Nelson Balaban, diretor de arte, designer e ilustrador autodidata, já trabalhou na renomada AlmapBBDO, como diretor de arte, e também como diretor de design na produtora internacional Paranoid;e uma grande imagem da autora Molly Crabapple, uma artista, escritora norte-americana, fundadora da Dr. Sketchy’s Anti-Art School.atualmente mora nos EUA e gosta de café.

Obras de Raul Teodoro

Obras de Nelson Balaban

Obras de Molly Crabapple

Indo para outra sala há uma exibição de um vídeo feita com Ariel Costa, Lucas Ribeiro e Rodrigo Angello que são sócios do estúdio Nitroglicerina e compõem motions graphics que desenvolvem trabalhos pra muitas marcas daqui e fora do país, e também o Animatório que foi criado em 2004 pelos sócios Hugo Takahashi, Gabriel Almeida, Guto Terni e PG Santiago,começaram com trabalhos pequenos mais criou seu próprio conceito de criação e trabalha com diversas técnicas de animação: stop motion, 2D, 3D.e trabalha para grupos como Itaú,Nickelodeon,MTV,entre outros.

Nitroglicerina

 

Animatório

No segundo andar temos o Post-it: onde o visitante pode colar seu recado dizendo sua opinião sobre a exposição e por ultimo temos numa sala a mesa interativa:uma mesa separada em duas partes,a primeira é feita para desenhar e escrever,uma maquina filma e logo depois exibe na parede,a outra parte é um i-pad gigante,onde temos varia obras de Dan Goldman, ilustrador digital e quadrinista norte-americano, e artistas vistos anteriormente,Nela podemos aumentar e diminuir as obras com as mãos e ainda enviá-la para um amigo via e-mail.

Obras de Dan Goldman

A exposição esta localiza no Centro Histórico Mackenzie, rua Itambé 45 no prédio 1 ,do dia 18 de agosto até o dia 2 de outubro, das 9:00 as 19:00.

Beatriz Paço e Emílio Eric Surita em questionando a vida teatral

 

Por Gabriel Monteiro

FrangÓ: um boteco de alma própria

 

Situado no largo da matriz no bairro da Freguesia do Ó, FrangÓ bar agrada pessoas de todas as idades há 23 anos com o seu clima autêntico, simples e aconchegante. Com suas paredes permeadas por latas, garrafas, emblemas e reportagens de cerveja, já nos remete à ideia de qual é o forte da casa. 

 Tudo começou em 6 de agosto de 1987, quando Valdecyr Piccolo inaugurou o Frangó Rotisserie, onde começou vendendo frangos grelhados, pratos prontos e bolos para festa. Entre uma espera de frango e outra os clientes pediam uma cerveja para se distraírem enquanto esperavam. Assim que surgiu a idéia do então conhecido FrangÓ bar, onde hoje uma de suas especialidades é a de oferecer cervejas de todas as partes do mundo, são mais de 350 rótulos que seus visitantes podem apreciar e com isso já foi eleito duas vezes como a melhor carta de cerveja da cidade pela revista Veja. 

Além do frango grelhado, existente desde seus primórdios, sua especiaria é a coxinha de frango com requeijão, receita de D. Maria Brunhara Piccolo, esposa do fundador. Após muitas tentativas à procura da mistura perfeita, quilos de farinha gastos, até, enfim, a essência ficar em harmonia. Sua textura é inigualável, e seu tempero inconfundível, não há como tentar imitá-la. Seus predicativos deixam claro o motivo dela ter sido eleita por três vezes a melhor coxinha da cidade, também pela revista Veja. 

O bar, que ficou conhecido internacionalmente pela revista “Beers of the world” na matéria “Nobody calls me chicken”, agrada à todos que o adentram. Nele podemos encontrar pessoas de todos os lugares da cidade e até mesmo do país. É o caso de Walmor, Santa Catarina, pela primeira vez no bar, o descreveu como “show de bola” e se surpreendeu com a cordialidade dos garçons, a variedade das comidas e das cervejas. Ângela, Santa Catarina, começou a frequentar o bar há um mês, como a maioria dos clientes, adora a coxinha de frango com requeijão. Melissa, Tamboré, foi pela primeira vez no bar por indicação do ex-marido, há 6 anos, desde então não parou de frenquentá-lo. Gilberto, Carapicuíba, freqüenta o loca há 10 anos, o que mais lhe agrada é a liberdade e a humildade do local, o descreve como “estilo Zeca Pagodinho”. Elisângela, Jaraguá, conheceu o FrangÓ através da sua cunhada que vai ao bar todo final de semana, prefere o bar por ser um local seguro e agradável, sendo fã de coxinha, simplesmente ama a do bar. O grupo se encontrava no local após um exaustivo dia de trabalho para um “happy hour”. 

Revista "Beers of the world" fez com que o bar ficasse conhecido internacionalmente

Gilberto, Walmor, Elisângela, Melissa e Ângela

 

 Quando o assunto é Freguesia do Ó, não tem como não falar do FrangÓ, o local mais conhecido do bairro e onde podemos encontrar desde pessoas conhecidas, como Maurício de Souza, José Serra, Ed Mota, o grupo Skank, até pessoas que costumamos a ver todos os dias pela cidade. 

Eleito seis vezes o melhor bar da cidade pela revista Veja, podemos ver que durante todos os dias em que está aberto, sempre tem pessoas afim de se divertir e jogar conversa fora. Em um sábado o bar atende entre 800 e 1000 pessoas, e suas esperas são gigantescas, isso não deixa dúvidas de que o bar realmente cativa seus frequentadores. 

 O horário de funcionamento do bar é de terças a quitas, das 9:00hs às 15:00 e das 17:00hs às 00:00hs, de sextas das 9:00hs às 15:00hs e das 17:00hs às 02:00hs, de sábados das 9:00hs às 02:00hs e de domingo das 8:00hs às 23:00hs. Seu endereço é Largo da Matriz Nossa Senhora do Ó, 168 Freguesia do Ó, telefone para contato: 3932-4818.

Coleção de cervejas expostas no interior do bar

 

 

Fachada do local

 

por Ana Luiza Pinho

“Homens de Papel”, encenado mais uma vez

Espetáculo premiado no Festival de Teatro da Cidade de São Paulo ganha os palcos do Teatro Bibi Ferreira

Eleito, como o melhor espetáculo da 2ª Edição do Festival de Teatro Cidade de São Paulo, a peça “Homens de Papel”, de Plínio Marcos, está em curta temporada no Teatro Bibi Ferreira da capital paulista a partir desta terça-feira (24). Encenada pela Cia. Amante de Teatro, a peça ficará em cartaz até 15 de Setembro (sempre às terças e quartas, às 21h).

A montagem obteve também prêmios em outras quatro categorias: melhor diretor para Eduardo de Paula, melhor atriz para Karen Francis, melhor ator coadjuvante para Aislan Merice e melhor produção. Além de ter sido indicada para mais quatro modalidades.

O texto do final da década de 60, do consagrado Plínio, aborda o cotidiano de moradores de rua, catadores de papel, sufocados e marginalizados pela sociedade capitalista, onde quem detêm a arma, domina. Em meio a essa sociedade, os “Homens de Papel” anseiam liberdade através da tentativa de inversão do líder, apropriando-se das armas. O próprio autor já dizia que fazia teatro “não para o povo, mas a favor do povo”.

Para contribuir e acrescentar ao semblante do texto, o curta metragem “Ilha das Flores”, de Jorge Furtado, abre o espetáculo, provocando incômodo imediato no público.

O elenco baseia-se no uso e abuso das improvisações e de um minucioso trabalho corporal, com direito a projeção de imagens e execução de sonoridades ao vivo, trazendo ao tablado um diversificado jogo da arte.

A companhia é nova, formada, há dois anos por atores do Teatro Escola Macunaíma, sendo essa sua segunda montagem. Foram cerca de 4 meses de ensaios no segundo semestre de 2009. O grupo conta com uma equipe competente de 12 atores, é visível que o diretor não tenha encontrado barreiras ao transladar cenicamente o universo apontado pelo autor da obra.

O texto e todo o seu realismo foi bastante acatado mas, foram os momentos de distanciamento da temática, que não causou apenas o envolvimento emocional da plateia.

Vale lembrar que: o dramaturgo – morto em 1999, completaria 75 anos no dia 29 de Setembro deste ano. Portanto, essas apresentações homenageiam nosso Plínio Marcos.

Ensaios preparativos no segundo semestre de 2009

Fotos do espetáculo

 

por Gabriel Monteiro